Nos 87 candidatos ao Óscar para melhor filme estrangeiro

10/10/2018

'Peregrinação', de João Botelho, é o representante português na vasta lista de 87 pré-candidatos à estatueta dourada.

Já é conhecida a lista de pré-candidatos ao Óscar de melhor filme estrangeiro.

Ao todo, há 87 filmes, de 87 países diferentes, a tentar figurar na lista de cinco finalistas finais.

'Peregrinação', de João Botelho, é o candidato português à procura de algo inédito no cinema internacional: figurar entre os cinco filmes estrangeiros que a Academia de Hollywood irá votar. Destaque ainda para o único outro candidato de língua portuguesa, o filme brasileiro 'O Grande Circo Místico', de Carlos Diegues.

O vencedor da edição anterior nesta categoria foi o chileno 'Uma Mulher Fantástica', de Sebastián Lelio.

Os finalistas da 91.ª edição dos Óscares serão anunciados a 22 de janeiro de 2019. A cerimónia de entrega dos prémios está marcada para 24 de fevereiro.

Fique com a lista dos 87 pré-candidatos estrangeiros, bem como os respetivos realizadores e países que representam.

Afeganistão, 'Rona Azim’s Mother', de Jamshid Mahmoudi

África do Sul, 'Sew the Winter to My Skin', de Jahmil X.T. Qubeka

Alemanha, 'Never Look Away', de Florian Henckel von Donnersmarck

Argélia, 'Until the End of Time', de Yasmine Chouikh

Argentina, 'El Ángel', de Luis Ortega

Arménia, 'Spitak', de Alexander Kott

Austrália, 'Jirga', de Benjamin Gilmour

Áustria, 'The Waldheim Waltz', de Ruth Beckermann

Bangladesh, 'No Bed of Roses', de Mostofa Sarwar Farooki

Bélgica, 'Girl', de Lukas Dhont

Bielorrússia, 'Crystal Swan', de Darya Zhuk

Bolívia, 'The Goalkeeper', de Rodrigo 'Gory” Patiño

Bósnia-Herzegovina, 'Never Leave Me', de Aida Begić

Brasil, 'O Grande Circo Místico', de Carlos Diegues

Bulgária, 'Omnipresent', de Ilian Djevelekov

Camboja, 'Graves without a Name', de Rithy Panh

Canadá, 'Family Ties', de Sophie Dupuis

Cazaquistão, 'Ayka', de Sergey Dvortsevoy

Chile, '…And Suddenly the Dawn', de Silvio Caiozzi

China, 'Hidden Man', de Jiang Wen

Colômbia, 'Birds of Passage', de Cristina Gallego, Ciro Guerra

Coreia do Sul, 'Burning', de Lee Chang-dong

Costa Rica, 'Medea', de Alexandra Latishev

Croácia, 'The Eighth Commissioner', de Ivan Salaj

Dinamarca, 'The Guilty', de Gustav Möller

Egito, 'Yomeddine', de A.B. Shawky

Equador, 'A Son of Man', de Jamaicanoproblem

Eslováquia, 'The Interpreter', de Martin Šulík

Eslovénia, 'Ivan', de Janez Burger

Espanha, 'Champions', de Javier Fesser

Estónia, 'Take It or Leave It', de Liina Trishkina-Vanhatalo

Filipinas, 'Signal Rock', de Chito S. Roño

Finlândia, 'Euthanizer', de Teemu Nikki

França, 'Memoir of War', de Emmanuel Finkiel

Geórgia, 'Namme', de Zaza Khalvashi

Grécia, 'Polyxeni', de Dora Masklavanou

Holanda, 'The Resistance Banker', de Joram Lürsen

Hong Kong, 'Operation Red Sea', de Dante Lam

Hungria, 'Sunset', de László Nemes

Iémen, '10 Days before the Wedding', de Amr Gamal, director.

Índia, 'Village Rockstars', de Rima Das

Indonésia, 'Marlina the Murderer in Four Acts', de Mouly Surya

Irão, 'No Date, No Signature', de Vahid Jalilvand

Iraque, 'The Journey', de Mohamed Jabarah Al-Daradji

Islândia, 'Woman at War', de Benedikt Erlingsson

Israel, 'The Cakemaker', de Ofir Raul Graizer

Itália, 'Dogman', de Matteo Garrone

Japão, 'Assunto de Família', de Hirokazu Kore-eda

Kosovo, 'The Marriage', de Blerta Zeqiri

Letónia, 'To Be Continued', de Ivars Seleckis

Líbano, 'Capernaum', de Nadine Labaki

Lituânia, 'Wonderful Losers: A Different World', de Arunas Matelis

Luxemburgo, 'Gutland', de Govinda Van Maele

Macedónia, 'Secret Ingredient', de Gjorce Stavreski

Malawi, 'The Road to Sunrise', de Shemu Joyah

Marrocos, 'Burnout', de Nour-Eddine Lakhmari

México, 'Roma', de Alfonso Cuarón

Montenegro, 'Iskra', de Gojko Berkuljan

Nepal, 'Panchayat', de Shivam Adhikari

Nigéria, 'The Wedding Ring', de Rahmatou Keïta

Noruega, 'What Will People Say', de Iram Haq

Nova Zelândia, 'Yellow Is Forbidden', de Pietra Brettkelly

Palestina, 'Ghost Hunting', de Raed Andoni

Panamá, 'Ruben Blades Is Not My Name', de Abner Benaim

Paquistão, 'Cake', de Asim Abbasi

Paraguai, 'The Heiresses', de Marcelo Martinessi

Peru, 'Eternity', de Oscar Catacora

Polónia, 'Cold War', de Pawel Pawlikowski

Portugal, 'Pilgrimage' (‘Peregrinação’, no título original), de João Botelho

Quénia, 'Supa Modo', de Likarion Wainaina

Reino Unido, 'I Am Not a Witch', de Rungano Nyoni

República Checa, 'Winter Flies', de Olmo Omerzu

República Dominicana, 'Cocote', de Nelson Carlo De Los Santos Arias

Roménia, 'I Do Not Care If We Go Down in History as Barbarians', de Radu Jude

Rússia, 'Sobibor', de Konstantin Khabensky

Sérvia, 'Offenders', de Dejan Zecevic

Singapura, 'Buffalo Boys', de Mike Wiluan

Suécia, 'Border', de Ali Abbasi

Suíça, 'Eldorado', de Markus Imhoof

Tailândia, 'Malila The Farewell Flower', de Anucha Boonyawatana

Taiwan, 'The Great Buddha+', de Hsin-Yao Huang

Tunísia, 'Beauty and the Dogs', de Kaouther Ben Hania

Turquia, 'The Wild Pear Tree', de Nuri Bilge Ceylan

Ucrânia, 'Donbass', de Sergei Loznitsa

Uruguai, 'Twelve-Year Night', de Álvaro Brechner

Venezuela, 'The Family', de Gustavo Rondón Córdova

Vietname, 'The Tailor', de Buu Loc Tran, Kay Nguyen

Flagrado com dinheiro na cadeia, Sérgio Cabral é punido

10/10/2018

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), condenado a 183 anos de prisão na Operação Lava Jato, foi punido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária após ter sido flagrado com uma quantidade de dinheiro acima do permitido na prisão.

Cabral, que está no presídio de Bangu, não poderá receber visitas e ficará sem televisão por 10 dias.

De acordo com a Secretaria, a quantidade de dinheiro permitida na cadeia é de 10% do salário mínimo - R$ 954. Na prática, Sérgio Cabral poderia ter R$ 95,4. O dinheiro poderia ser usado na cantina do presídio.

"A Corregedoria da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) realizou na manhã desta terça-feira, 9, em uma ação conjunta com o Ministério Público (MP), uma vistoria no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu. Essa é uma nova prática de fiscalização em conjunto que passará a ser rotina nas unidades prisionais do Estado", informou a Secretaria.

"Os internos Sergio de Oliveira Cabral Santos Filho e Aurenildo Campos Casanova foram flagrados com uma quantidade de dinheiro acima do permitido. Por esse motivo, conforme decisão da direção da unidade, eles irão responder uma Comissão Técnica de Classificação (CTC) e estão com visitas suspensas e sem televisão por até 10 dias."

Inflação da Venezuela deve alcançar 10.000.000% em 2019

10/10/2018

Após anos de crise e com a indústria petroleira estagnada, a ONU calcula que cerca de 1,9 milhão de pessoas abandonaram o país desde 2015Como imaginar a vida com uma inflação de 10.000.000%? Quando isto acontece, um produto que custa US$ 1 dólar passa a valer US$ 100.000. Mas, na prática, existe alguma forma de calcular este impacto?

Depois de os preços subirem impressionantes 1.000% no ano passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que a hiperinflação na Venezuela, país submetido a uma grave crise econômica, poderá chegar a 1.350.000% em 2018.

No relatório Perspectivas da Economia Mundial publicado na noite de segunda-feira (8), o Fundo prevê que em 2019 a alta dos preços vai extrapolar esse limite, chegando a impactantes 10.000.000%.

Fuga em massa

Após anos de crise, com a indústria petroleira – pulmão da economia – estagnada, a ONU calcula que cerca de 1,9 milhão de pessoas abandonaram o país desde 2015. A saída em massa de pessoas levou os migrantes a fugirem para países vizinhos, como Colômbia e Brasil, em busca de alimentos e medicamentos.

A economia da Venezuela retraiu 14% no ano passado e deve recuar 18% neste ano, mas a boa notícia é que há pouca margem para cair. Assim, a previsão para 2019, é uma retração de 5%, de acordo com o relatório do FMI.

O FMI estima que o PIB per capita tenha caído mais de 35% entre 2013 e 2017 e projeta queda próxima de 60% entre 2013 e 2023.

O FMI ainda previu que “a hiperinflação na Venezuela deverá piorar rapidamente, impulsionada pelo financiamento monetário de um déficit de grande escala e pela perda de confiança na moeda”.

A Venezuela desvalorizou sua moeda perto de 100% em 20 de agosto deste ano.

Excluindo a Venezuela, a inflação nos países emergentes e em desenvolvimento deve chegar a 5% este ano, estimou o FMI.

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